Lateral argentino Ezequiel Herrera comemora presente de Neymar e promete não lavar a camisa
O futebol é capaz de proporcionar momentos que transcendem a rivalidade histórica entre brasileiros e argentinos. Na última terça-feira, 28 de abril de 2026, o lateral-direito Ezequiel Herrera, do San Lorenzo, viveu um desses episódios inesquecíveis ao final do confronto contra o Santos, válido pela Copa Sul-Americana. O defensor não apenas garantiu um empate em 1 a 1 dentro de campo, mas também levou para casa o que considera o maior troféu de sua carreira: a camisa oficial de Neymar.
A imagem do jogador argentino sorridente, segurando o manto branco com o icônico número 10 e o nome do craque brasileiro, rapidamente viralizou nas redes sociais. Para Herrera, o item deixou de ser um uniforme esportivo para se tornar uma relíquia histórica. Em declarações emocionadas após a partida, o atleta revelou que a peça terá um destino especial em sua residência, simbolizando o respeito e a admiração que nutre pelo atacante do Peixe.
Estratégia de Herrera para garantir o manto de Neymar
Conseguir a camisa de um dos maiores jogadores do mundo não é uma tarefa simples, especialmente em um jogo de competição continental onde diversos atletas têm o mesmo objetivo. Ezequiel Herrera revelou que precisou ser ágil e estratégico para não perder a oportunidade. Segundo o lateral, a abordagem ao camisa 10 começou muito antes do apito final, ainda durante os primeiros movimentos da partida no gramado.
“Pedi a camisa a ele quando o jogo começou, enquanto eu estava fazendo a marcação individual. Eu sabia que todo mundo ia querer, mas eu fui o primeiro a pedir e ele prontamente aceitou”, confessou o defensor argentino. A tática de garantir o compromisso logo no início do duelo foi fundamental, visto que Neymar é constantemente assediado por adversários que buscam uma recordação de seus confrontos em campo.
Relíquia de decoração e a promessa de não lavar o uniforme
A euforia de Herrera com o presente foi tamanha que o jogador fez uma declaração que divertiu os internautas e demonstrou o nível de seu fanatismo. Em tom descontraído, mas visivelmente sincero, o lateral afirmou que pretende preservar a camisa exatamente como ela saiu de campo. O suor e as marcas do jogo, para ele, fazem parte da autenticidade do objeto conquistado após o duelo na Argentina.
“Não vou nem lavar essa camisa. Ela vai direto para a parede, vai virar item de decoração na minha casa”, afirmou Herrera. Essa prática é comum entre colecionadores e jogadores que recebem uniformes de grandes ídolos, servindo como uma forma de imortalizar o momento do embate físico e técnico contra atletas de elite mundial. O lateral reforçou que o valor sentimental da peça supera qualquer questão estética ou de higiene.
Reação de Neymar e o carinho do público argentino
O impacto do encontro não foi positivo apenas para o jogador do San Lorenzo. O próprio Neymar utilizou suas redes sociais para expressar gratidão pela forma como foi recebido em solo argentino. Historicamente, o clima entre clubes dos dois países costuma ser de extrema hostilidade, mas a presença do astro brasileiro parece ter suavizado as tensões, gerando um clima de reverência por parte dos adversários e até de setores da torcida local.
“Nunca tinha vivido algo assim fora do Brasil e, para mim, é um prazer e uma honra receber esse carinho em um país com tanta tradição no futebol”, declarou o atacante santista. Essa troca de gentilezas reforça o papel do esporte como ponte cultural. O reconhecimento mútuo entre Ezequiel Herrera e o craque brasileiro encerra o capítulo deste confronto da Sul-Americana com uma nota de profissionalismo e admiração que vai além do placar final de 1 a 1.
Você encontra mais notícias em nosso site www.sobralonline.com.br e redes sociais. Convidamos você para seguir o nosso perfil no Instagram @SobralOnline e ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo dos esportes e em nossa região.

