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Notícias

Ocupação da reitoria da USP: estudantes e faculdades divergem sobre protesto

Atualizado em 12 maio 2026

A Universidade de São Paulo (USP) se tornou palco de um intenso embate entre estudantes e a administração central, após a ocupação da reitoria por alunos em greve, iniciada na tarde da última quinta-feira (7). O movimento, que busca pressionar pela retomada de negociações sobre pautas estudantis, gerou uma série de manifestações públicas de institutos e faculdades da instituição, que criticam a ação e os possíveis danos ao patrimônio.

Enquanto a comunidade acadêmica se divide, com parte dos estudantes e internautas repudiando o posicionamento das faculdades, a situação escalou após a reitoria considerar encerradas as conversas sobre o reajuste das bolsas. O episódio reflete uma tensão crescente no ambiente universitário paulista, com mobilizações estudantis se espalhando por outras grandes universidades estaduais.

Reações Institucionais e o Debate sobre o Diálogo

A ocupação da reitoria da USP provocou uma onda de comunicados de diversas unidades da universidade, que, em sua maioria, condenaram a invasão e defenderam o diálogo institucional. A Faculdade de Medicina (FM) enfatizou que as divergências devem ser conduzidas por meio do debate. Já a Faculdade de Direito (FD) reconheceu a legitimidade do direito de manifestação estudantil, mas ressaltou que nenhuma reivindicação justifica práticas de violência, intimidação, depredação do patrimônio público ou invasão de espaços.

A Escola de Comunicações e Artes (ECA) reforçou a importância do diálogo como instrumento primordial para a resolução de conflitos. Por outro lado, a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) expressou preocupação de que a ocupação possa descaracterizar a legitimidade das reivindicações apresentadas pelos alunos. A Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) manifestou apoio à convivência democrática e à preservação do patrimônio público, enquanto a Escola Politécnica (EP) alinhou-se à reitoria, defendendo o retorno das atividades acadêmicas e o fim das negociações.

A Ocupação da Reitoria da USP em Detalhes

A ação estudantil teve início durante um protesto que congregou cerca de 400 estudantes, parte de uma greve que já mobiliza as universidades estaduais paulistas. Após acamparem em frente à reitoria durante a manhã de quinta-feira, um grupo de alunos pulou o portão do prédio e derrubou portas de vidro para acessar o saguão da administração central no fim da tarde.

A Polícia Militar acompanhou a movimentação, mas não houve confronto direto no momento da invasão. No dia seguinte, sexta-feira (8), a situação se intensificou com o cerco policial ao prédio ocupado e o bloqueio dos acessos à rua da reitoria. Viaturas permaneceram nas imediações, e estudantes relataram o corte de água e energia elétrica no local, aumentando a pressão sobre os manifestantes.

Pautas Estudantis e o Fim das Negociações

A ocupação da reitoria da USP ocorreu dias após a administração universitária anunciar o encerramento das negociações sobre o reajuste das bolsas do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (Papfe). A proposta da Universidade, que previa um aumento de R$ 27 no auxílio integral, elevando-o de R$ 885 para R$ 912, foi considerada insuficiente pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE).

O DCE classificou o reajuste como inadequado diante das necessidades dos alunos e afirmou que a ocupação é uma medida de pressão para que o diálogo com a gestão da universidade seja retomado. A questão das bolsas é central para a permanência de muitos estudantes na instituição, e a interrupção das negociações acirrou os ânimos.

A Greve Estudantil se Alastra pelas Universidades Paulistas

A mobilização na USP não é um caso isolado, inserindo-se em um contexto mais amplo de greve estudantil que se espalhou pelas três universidades estaduais paulistas: USP, Unesp e Unicamp. As pautas são diversas e abrangem questões cruciais como permanência estudantil, moradia, alimentação e condições de infraestrutura.

Na USP, a greve teve início em 14 de abril e já afeta mais de 100 cursos. Além do aumento das bolsas, os estudantes reivindicam melhorias nos Restaurantes Universitários e na infraestrutura do Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo (CRUSP), a moradia estudantil oficial. Na Unicamp, a discussão sobre um indicativo de greve gira em torno do lema “expansão sem precarização”, criticando a criação de novos cursos sem a devida ampliação de moradia, infraestrutura e contratação de servidores, além de melhorias nos serviços de saúde, transporte e assistência estudantil, com destaque para a ausência de moradia no campus de Limeira. Já na Unesp, paralisações foram aprovadas e uma possível greve estadual está em debate, com reivindicações que incluem a falta de professores, atrasos em reformas, insuficiência de restaurantes universitários e baixos valores dos auxílios de permanência, visto que apenas parte dos campi oferece moradia e restaurantes subsidiados.

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Jonas Deison 41661 posts Comentários

Jornalista, editor chefe e blogueiro raiz

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