Associação oferece 500 mamografias gratuitas para mulheres em Fortaleza
A Associação Nossa Casa faz uma ação para disponibilizar 500 mamografias gratuitas para mulheres em vulnerabilidade social, em Fortaleza. A iniciativa atende mulheres a partir dos 40 anos com dificuldade de acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). Serão priorizadas mulheres que tenham risco elevado para o câncer de mama.
Podem participar moradoras da capital e de municípios do Ceará. A iniciativa ocorre em apoio ao Outubro Rosa, campanha de conscientização e incentivo ao diagnóstico precoce do câncer de mama. A meta é atender mulheres durante o mês de outubro.
Conforme a associação, um dos objetivos é garantir agilidade no diagnóstico e no encaminhamento para tratamento em casos suspeitos.
Como se candidatar para fazer o exame
As interessadas em fazer a mamografia gratuita devem preencher um cadastro prévio pela internet para marcação do exame, que serão feitos no Centro de Imagem da Associação Nossa Casa.
A ação prioriza o atendimento de mulheres que atendem aos seguintes critérios:
Histórico de câncer precoce de mama ou ovário em parentes de primeiro grau (mãe, pai, irmão, irmã, filho ou filha)
Não possuir prótese mamária estética
Sentir nódulo ou caroço na mama ou na axila
Receber algum auxílio do governo
Não ter realizado nenhuma mamografia no último ano.
Após o cadastro, a associação entrará em contato com as mulheres selecionadas em até cinco dias úteis informando a data de agendamento do exame.
No dia da realização da mamografia, será necessário apresentar o pedido médico. Após a conclusão do laudo, os casos suspeitos terão acompanhamento no ambulatório de mastologia do Centro Regional Integrado de Oncologia (Crio) e serão encaminhados para novos procedimentos.
O objetivo é ter o diagnóstico concluído em até 30 dias após o exame, com expectativa de início do tratamento em menos de 60 dias.
Conforme a associação, os dados do Panorama do Câncer de Mama no SUS apontam o Ceará como o estado do Nordeste com a maior proporção de diagnósticos tardios de câncer de mama e uma cobertura mamográfica de apenas 12%.
Fonte:G1

