Disputa acirrada no Rio: Datafolha revela Benedita da Silva à frente e seis nomes em empate técnico pelo Senado
Uma nova pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (21), aponta a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) na liderança da corrida eleitoral para o Senado Federal no Rio de Janeiro. O levantamento detalha um cenário de intensa competição, especialmente pela segunda vaga disponível para a Casa Alta, onde seis candidatos se encontram em um empate técnico, indicando uma disputa acirrada e imprevisível.
A eleição para o Senado é crucial para a representatividade dos estados no Congresso Nacional, com cada unidade da federação elegendo seus representantes. A dinâmica eleitoral no Rio de Janeiro, um dos maiores colégios eleitorais do país, reflete a complexidade e a diversidade do cenário político fluminense, com múltiplos partidos e ideologias em confronto direto.
Benedita da Silva lidera intenções de voto no Senado Rio de Janeiro
Conforme os dados do Datafolha, Benedita da Silva se destaca com 15% das intenções de voto. Sua posição de liderança a coloca em uma vantagem considerável em relação aos demais concorrentes, consolidando sua base eleitoral e experiência política como fatores determinantes neste estágio da campanha.
A deputada federal, com uma trajetória política consolidada, busca uma cadeira no Senado, o que representaria um novo capítulo em sua carreira parlamentar. A pesquisa reforça a relevância de sua candidatura e o desafio para os demais postulantes em tentar reverter essa vantagem.
Corrida pela segunda vaga: empate técnico movimenta disputa
A disputa pela segunda vaga ao Senado no Rio de Janeiro se mostra particularmente apertada, com um cenário de empate técnico envolvendo seis candidatos. Os parlamentares Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL) aparecem com 8% das intenções de voto cada um, demonstrando a força do Partido Liberal na região.
Em um patamar ligeiramente abaixo, mas ainda dentro da margem de erro, estão Marcelo Crivella (Republicanos), Pedro Paulo (PSD) e Mônica Benício (PSOL), todos com 6%. Esse agrupamento de candidatos evidencia a pulverização dos votos e a dificuldade em prever quem ocupará a segunda cadeira, tornando a reta final da campanha decisiva para esses nomes.
Outros candidatos e a margem de erro
A pesquisa também aponta outros nomes que, embora com percentuais menores, permanecem na disputa em virtude da margem de erro. Waguinho (Republicanos) registra 3% das intenções de voto, mantendo-se em empate técnico com os demais candidatos, dada a margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Com 2%, aparecem André Monteiro (Democrata), Marcos Dias (Podemos) e Michelly Xavier (UP). Já Luciano Mattos (PRTB), Paula Falcão (PSTU), Helio Secco (Missão), Vinicius Benevides (UP) e Luiz Eugênio (PCO) obtiveram 1% cada. Ó Clemente (Democrata) não atingiu 1% das intenções de voto. O alto percentual de votos nulos ou brancos (23%) e indecisos (12%) também é um fator a ser considerado, podendo influenciar o resultado final.
Entenda a metodologia da pesquisa Datafolha
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha entre os dias 18 e 21 de agosto, ouvindo 1.204 eleitores do Rio de Janeiro. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Isso significa que, se a pesquisa fosse repetida 100 vezes, em 95 delas os resultados estariam dentro dessa margem.
Contratada pela TV Globo, a pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-02945/2026. A transparência na metodologia é fundamental para a credibilidade dos dados apresentados, oferecendo um panorama confiável sobre as preferências do eleitorado fluminense. Para mais informações sobre as eleições, clique aqui.
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