Imagem gerada com IA Notícias Deolane Bezerra é detida em São Paulo durante operação contra organização criminosa Atualizado em 23 maio 2026 investigação do Gaeco. A investigação detalha que a influenciadora possuía conexões pessoais e comerciais com gestores de uma transportadora localizada em Presidente Venceslau. Esta empresa foi identificada como um braço financeiro crucial do grupo criminoso, facilitando a movimentação e a lavagem de dinheiro. Além de Deolane, a operação também tem como alvos familiares de Marcola, apontado como líder da organização. Entre os investigados estão um irmão e dois sobrinhos do detento, evidenciando a amplitude da rede de atuação investigada. A Justiça já determinou o bloqueio de R$ 327 milhões e o sequestro de 17 veículos de luxo, cujo valor total ultrapassa os R$ 8 milhões. Histórico de Deolane e a Inclusão na Interpol A detenção de Deolane Bezerra ocorre pouco após seu retorno ao Brasil, na véspera da operação, vinda de uma viagem de duas semanas a Roma, na Itália. Durante esse período, seu nome chegou a ser incluído na difusão vermelha da Interpol, um alerta internacional para localização e prisão de indivíduos procurados. Esta não é a primeira vez que a advogada é alvo de operações policiais. Em setembro de 2024, ela foi detida em Pernambuco durante a Operação Integration, que investigava a prática de jogos ilegais e esquemas de lavagem de dinheiro por meio de casas de apostas. Naquela ocasião, ela foi posteriormente solta, após o Tribunal de Justiça considerar frágeis os indícios de materialidade delitiva apresentados. Na atual investigação em São Paulo, a Polícia Civil e o Ministério Público ressaltam que a projeção pública e a intensa atividade empresarial de Deolane eram, supostamente, utilizadas como camadas de aparente legalidade. Essa estratégia teria o objetivo de dificultar o rastreamento dos recursos ilícitos e conferir legitimidade às operações financeiras. A Reação da Defesa e o Outro Lado Pelas redes sociais, a advogada Daniele Bezerra, irmã da influenciadora, manifestou-se sobre a nova prisão de Deolane, classificando-a como uma perseguição. Em nota, ela afirmou que “tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações”, questionando a forma como o processo tem sido conduzido. Daniele Bezerra criticou a exposição midiática e a “condenação perante a opinião pública” que, segundo ela, precede a busca por provas concretas. “Acusar é fácil. Difícil é provar”, declarou, defendendo que a Justiça não pode ser utilizada como espetáculo ou instrumento de pressão social. O espaço permanece aberto para manifestação da defesa da influenciadora e dos demais citados na operação. Você encontra mais notícias em nosso site www.sobralonline.com.br e redes sociais. Siga-nos em @SobralOnline para ficar por dentro das últimas informações. Compartilhar