Imagem gerada com IA Notícias Geopolítica e falta de planejamento freiam o agronegócio brasileiro, diz Amif Atualizado em 01 jun 2026 investimentos e novos projetos. São decisões de médio e longo prazo que ficam mais instáveis neste momento”, declarou à CNN Agro, sublinhando a urgência de mitigar essa fragilidade. O Potencial Florestal Brasileiro Diante de Obstáculos Estruturais Apesar de ser um dos maiores exportadores mundiais de produtos florestais, com a celulose como carro-chefe, o setor florestal brasileiro opera com um “motor potente” que não entrega sua capacidade máxima. Maugeri destacou que o segmento está capitalizado e possui um vasto potencial de crescimento, mas esbarra em inseguranças jurídicas e econômicas, além dos já mencionados fatores geopolíticos. A competitividade do setor é diretamente afetada por gargalos na oferta de insumos, custos operacionais elevados e complexidades logísticas. A presidente da Amif ilustrou a situação: “Mesmo quando há recursos disponíveis para investir, muitas vezes os insumos não chegam no momento necessário. Isso acaba represando a produção”, evidenciando a necessidade de uma infraestrutura mais robusta e eficiente para o escoamento e suprimento. Agronegócio: Uma Questão de Estado e Segurança Nacional Adriana Maugeri defende que o período pré-eleitoral seja uma oportunidade para aprofundar o debate sobre políticas estruturantes para o agronegócio. Para ela, o setor deve ser elevado à categoria de tema estratégico de Estado, transcendendo pautas governamentais pontuais e garantindo uma visão de longo prazo que beneficie toda a cadeia produtiva. A visão da Amif é clara: “O agro precisa ser visto como um assunto de segurança nacional. Estamos falando de segurança alimentar e também de segurança energética”, afirmou Maugeri, enfatizando a relevância do setor para a soberania do país. A executiva criticou a ineficácia de iniciativas isoladas, como o Programa Nacional de Fertilizantes, quando não há um planejamento integrado que contemple infraestrutura e qualificação de mão de obra. A falta de um “olhar integrado” é o ponto central da crítica. Não basta aumentar a produção de fertilizantes se a infraestrutura de transporte é deficiente ou se há escassez de trabalhadores qualificados. A interconexão entre esses fatores é crucial para que o agronegócio brasileiro possa, de fato, prosperar e consolidar sua posição no cenário global. Para mais notícias e análises aprofundadas sobre o agronegócio e outros temas relevantes, acesse nosso site www.sobralonline.com.br e siga nossas redes sociais para ficar sempre atualizado: @SobralOnline. Compartilhar