Governo lança eixo profissionalizante para beneficiários do programa Ceará Sem Fome

Segundo o governo, mais de 40 milhões devem ser investidos em parceria pública e privada

Foi lançado na tarde desta quarta-feira um novo eixo de atuação do programa Ceará Sem Fome do Governo do Ceará. O programa instituído pelo governo em junho de 2023 faz pagamentos mensais no valor de 300 reais a famílias em situação de insegurança alimentar, além de contar com a rede de cozinhas solidárias em todo Estado.

O novo complemento do programa recebeu o nome de “mais qualificação e renda” de deve receber o investimento públicos, e também do setor privado que vai oferecer cursos de qualificação profissional para as famílias atendidas pelo programa.

O governador Elmano de Freitas disse, na solenidade de lançamento,  que as famílias atendidas, serão acompanhadas pelo governo para serem inseridas de forma digna no mercado de trabalho. “Hoje estamos lançando o Ceará Sem Fome + Qualificação e renda que é chegar até as famílias do Ceará Sem Fome, os beneficiários que recebem quentinhas eles vão ser acompanhados no processo de formação para o emprego e formação para o processo de se transformarem em empreendedores” disse o governador em entrevista aos jornalistas.

“Muito mais do que um prato de comida. Agora, vamos atender, não só os anseios dos beneficiários do Ceará Sem Fome, mas também gerar autonomia financeira e oportunidades para essas pessoas que tanto buscam um olhar, um ouvir”, pontuou a Lia de Freitas, presidenta do Comitê Intersetorial de Governança do Ceará Sem Fome, e primeira-dama do Estado.

Segundo o Palácio da Abolição, o programa vai contar com parcerias com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), além de parcerias com empresas privadas. Conforme o Governo, será feito um investimento de mais de R$ 40 milhões, em uma parceria com o Sebrae.

O diretor nacional do Sebrae , Décio Lima, veio de Brasília para participar do lançamento da nova fase do programa, e fez críticas ao sistema de distribuição de renda atual. “não é o caminho da bolsa de valores, do crescimento do PIB que mostrou que não deu resultados, que destrói o planeta, que exclui milhões de pessoas, e que não constrói o que é fundamental para manter a nossa própria existência, a vida das pessoas”.

Completando a fala do Diretor nacional, Joaquim Cartaxo, responsável pelo Sebrae Ceará, lembrou que a distribuição de refeições pelo programa pode acabar em algum momento, destacando a importância da formação profissional para os beneficiários do programa. “O Sebrae trabalha para ajudar a identificar como essas pessoas podem ofertar seus produtos e seus serviços” , completou ele.

A empresa Solar Coca-Cola também está participando do projeto. Arthur Ferraz, Head de Relações Externas da empresa, disse que a Solar está oferecendo cursos de confeitaria, pizzaiolo, e outros na área de alimentos, que é o forte da empresa. De acordo com ele, a empresa atualmente está oferecendo cursos a 600 pessoas próximo à região onde está situada, em Maracanaú.

Para se inscrever

De acordo com informações divulgadas pelo Governo do Estado a nova fase do programa “chega aos beneficiários com o objetivo de mudar a realidade através da capacitação para uma profissão”. Para isso, o governo e as empresas envolvidas oferecem formações em algumas áreas como gastronomia, moda, administrativo, beleza, serviços, tecnologia e recursos naturais.

Conforme a página do programa na internet, podem participar dos cursos profissionalizantes pessoas beneficiárias do programa Ceará Sem Fome, seja portador do cartão do programa, ou quem recebe refeições distribuídas pelas cozinhas solidárias do Estado. Além destes, também está apto a inscrever pessoas que trabalham como colaboradores nas cozinhas solidárias

Ceará Sem Fome

Segundo o Governo, atualmente o programa atende cerca de 53 mil famílias pelo cartão com R$ 300 reais mensais, e possui em torno de 1.080 cozinhas comunitárias espalhadas pelo Estado. Diariamente o governo distribui cerca de 100 mil refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade social – sendo mais 6 milhões de refeições desde o lançamento do programa.

Fonte: O Povo Online

 

3 Comentários
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