GVT quer ampliar atendimento em 10% no Estado, Sobral é um dos alvos

O número de conexões disponíveis na rede da GVT deve aumentar em cerca de 10% até o fim do ano, pelo que planeja a operadora a partir de um investimento total de R$ 50 milhões feito em 2014. Com 297,3 mil linhas ativas no Ceará, atualmente, o incremento implica na abertura de mais 2.973 mil conexões. Ao todo, desde que chegou ao Estado, a empresa informa ter investido R$ 326,7 milhões a partir da adesão do consumidor fortalezense, o que fez a Capital cearense estar entre as três cidades de maior quantidade de vendas da GVT até hoje – rivalizando com Curitiba (PR) e Brasília.

“Quando chegamos em um mercado, a ideia é atender de 30% a 35% da quantidade de clientes deste lugar. Mas o que aconteceu em Fortaleza é que a adesão foi muito grande e logo saturamos a nossa capacidade, por isso estamos investindo para aumentá-la”, detalha Renato Pontual, o diretor nacional de vendas da GVT.
Investimento rentáveis
Presente estrategicamente em Fortaleza, Maracanaú e Caucaia – as três cidades mais populosas e de economias mais desenvolvidas do Estado – a GVT ostenta uma média de velocidade de 14,26 Mbps (Megabit por segundo) no Ceará – maior que a média dela no País, de 12,34 Mbps – enquanto a média nacional é de 2,7 Mbps.
Backbone em estudo
No Ceará, Pontual afirma que “esse ano as cidades cobertas já estão fechadas e apenas estudos estão sendo feitos para 2015”.
Os alvos dessas análises, pelo que revelou o diretor de vendas, são Sobral e as três principais cidades do Cariri cearense – Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha.
“Estas são duas áreas que estamos estudando com mais afinco, mas existem também os chamados corredores de desenvolvimento. O que liga Fortaleza a Mossoró (no Rio Grande do Norte) também é estudado. Nossa intenção é possuir um backbone (rede de fibra óptica utilizada no fluxo de dados e conexão à internet) entre Natal e Fortaleza”, revelou Pontual. O objetivo é cobrir cidades cuja infraestrutura de internet banda larga é precária e, além da carência, possuem demanda latente como Canoa Quebrada e demais cidades turísticas da rota leste do litoral cearense. 
Com informações da reporter Armando de Oliveira Lima