TSE aprova formação da Federação “União Progressista” para eleições de 2026
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na noite desta quinta-feira (26), o registro da federação União Progressista, composta pelos partidos União Brasil e Progressistas (PP). Essa decisão permite que as siglas atuem de forma unificada já nas eleições gerais de outubro deste ano.
Segundo o entendimento dos ministros da Corte, ambas as legendas cumpriram todos os requisitos legais e prazos estipulados para a formação do bloco. Com a validação, a União Progressista junta-se ao grupo de coalizões permanentes que redesenham o cenário partidário brasileiro.
As coligações, que tinham caráter temporário e valiam apenas para o período eleitoral, as federações partidárias (em vigor desde 2021) exigem um compromisso de longo prazo. Os partidos devem permanecer unidos por, no mínimo, quatro anos. Cada legenda mantém sua própria estrutura interna, patrimônio e, crucialmente, seu número na urna eletrônica. No Congresso e nas Assembleias, os partidos da federação devem atuar como uma única bancada.
Impacto e relevância da “União Progressista”
A “União Progressista” é a quinta federação a obter registro oficial na Justiça Eleitoral. Esse modelo tem sido utilizado para fortalecer blocos ideológicos e garantir a sobrevivência de siglas diante da cláusula de barreira. A união entre União Brasil e PP cria um dos maiores blocos políticos do país, com impacto direto na distribuição do Fundo Partidário e no tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.
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